Versões "Maybelline"


Chuck partiu para a jam session celestial. Há de convir, agora mais divertida! Não, não considero Chuck Berry "O" pai do rock - divido essa paternidade por três, Elvis Presley, Jerry Lee Lewis e Little Richards - mas longe de mim desmerecer o velho Berry, que foi, sim, um dos maiores ícones do rock'n'roll. E, claro, uma máquina hits. O vi em 2008 em um show que por pouco não foi o último. Poucos sabem, ele teve uma parada cardíaca antes do show e uma injeção de adrenalina o resgatou. Na hora estranhei, ele mal se mexia, dificuldade para solar e cantar, associei à idade avançada (82 ou 83). E ainda assim me diverti. Deixando de lado a insensibilidade dos produtores ($$$$), fui privilegiado. Pensei, ele viu o rock nascer!, ele estava lá!... Ele viu e fez parte daquela porra! Ele teve richa com Jerry Lee Lewis, disputou hits nas paradas com Elvis Presley, influenciou a maioria dos guitarristas sessentistas. Isso não é pouco. Minha humilde homenagem a Chuck Berry, um "versões" com Maybelline, gravada em 1955 e produzida pela Chess Records, essa "A" gravadora do blues elétrico. Impressionante quanta gente de diferentes linhas na música o cara inspirou. Evidente, a original é a definitiva, a do Jerry Lee Lewis é muito boa, entretanto a de John Hammond Jr é fantástica, um blues matador! O primeiro vídeo é uma entrevista bem bacana e fala um pouco sobre a música.











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